Sob o sol brasileiro

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Oi pessoal!

Esse é meu primeiro artigo sobre meu projeto de SVE. Sou Jess, tenho 25 anos e eu estou no Brasil desde 4 meses já. Eu mudei de país, de continente e de hemisfério para viver exatamente a 10.000 quilômetros de minha zona de conforto que é Estrasburgo em França. Agora, eu moro numa pequena cidade no estado do Paraná (sul do Brasil) que se chama Guarapuava. Trabalho na associação Outro Olhar, uma associação que é responsável pelo desenvolvimento humano e a defesa dos direitos sócias  das povoações indígenas Guarani.

Esta experiência de voluntáriado é uma incrível aventura. È a primeira vez que eu fico tanto tempo fora de casa.Tenho que me adaptar à cultura, ao país, à comida e à lingua. Graças ao projeto, tive a sorte de poder descobrir  duas diferentes culturas: a cultura do Brasil e a cultura Guarani.

A Outro Olhar tem varias atividades: nós organizamos cursos sobre diferentes temáticas, como comida tradicional, turismo responsável, direitos dos indígenas. Nós organizamos também um carrinho em diferentes mercados para vender artesanatos realizados pelos indígenas (pau de chuva, brincos, chuveirões, bichinhos.). A associação também fomenta um projeto de reflorestação criando óleos essências e sabonete.

Eu tenho bastante projetos com a minha associação e acho que é muito estimulante no mundo professional bem que pessoalmente. Minha missão é ajudar a associação com todas as atividades que ela faz. Eu participo na vida da esta associação fazendo vídeos, fotografias e artigos pelo blog da associação e para o Facebook. È muito difícil mais é um desafio grande mas fiquei muito feliz com os resultados desse trabalho.

É ainda mais difícil quando você é um principiante em Português, mas também muito formativo. Ainda estou num processo de aprendizagem, mas aprendo novas coisas todos os dias: Como fazer um trabalho de empresa, novas palavras em Português, o que é a cultura Guarani, como cozinhar pratos típicos, como funcionam os autocarros / mail….

Também tenho projetos para mim: por exemplo, assisto às aulas de jornalismo na Universidade de Guarapuava uma vez par semana. Isto permite que as minhas competências se desenvolvam, e também de aprender mais rapidamente o português e encontrar novas pessoas. Eu dou aula de francês aos alunos que são no começo dos estudos universitarios e isso é muito agradável.

Meus dias são loucos: tudo é uma novedade e  tenho a impressão de estar dentro dum filme com legendários do Google. Trabalho em português, me correspondo em francês e com meu companheiro de quarto – que é italiano –  falamos em inglês.

Tenho uma nova rotina, uma morada diferente agora também desenvolvi uma outra maneira de olhar para a vida. Aqui,  abraçamos as pessoas como saudação (mesmo quando  não conhecermos a pessoa), e falamos com as outras pessoas como se fossemos amigos desde sempre. Mais importante é que as pessoas no Brasil falam enormemente!

A paisagem é totalmente diferente. Há favelas aqui e fiquei um pouco choquada por esta diferencia entre ricos e pobres, porque no meu bairro tem casas muito bonitas e modernas e ao pé delas, como vizinhas, tem  casas manhosas. O céu é maravilhoso, eu vi um céu tãp bonito apenas aqui. Ele é límpido, claro grande…Nunca vou ficar cansada  de admira-lo!

 

 

Todas as pessoas sabem que existem muitos estereótipos sobre o Brasil: bastante festa, caipirinha, samba e futebol. Isto não é bem a verdade.  Guarapuava é mais caraterizada pela sertaneja (a típica música do Paraná), pinhão (símbolo e semente que se come do Paraná) e tempo frio. Eu moro no estado mais frio do Brasil e sou com certeza a única pessoa que espera neve em agosto (a tempo para meu aniversario!). Outra coisa é que antes de chegar, a gente me dizia que os Brasileiros são gentis demais. Eu pensei que fosse exagero mais é verdade. Eu aprecio muito isto, em comparação à tristeza dos franceses haha.

 

A comida é deliciosa mas completamente diferente com respeito aos meus hábitos. Aquí descobri o sabor da batata-doce, da mandioca, da goiaba, do mamão e doutros gostosos doces. Na minha casa, eu cozinho para mim mesma. Obviamente, eu não consigo cozinhar pratos tipicos do Brasil e é difícil ficar vegetarianos. Adicionei carne na minha alimentação porque si eu não fizer assim, eu não conseguia resistir de pé todo o dia. Eu não tenho um forno na minha casa, portantonão posso cozinhar as saborosas tortas ou bolos salgados como como eu costumava fazer na Franca; então, preciso rever todos meus hábitos. Assim, eu aprendi cozinhar especialidades do Brasil e  estou a contar bem integrar a comida brasileira nos meu hábitos quando eu vou voltar para França.

Então, para todos os Brasileiros, o prato de todo dia é feijão e arroz com bastante carne.

Em uma palavra, o SVE é legal! E uma maneira de ser dar um empurrão e de sair da sua zona de conforto. Embora não seja sempre fácil, isto era o que eu queria; aprendi coisas sobre mim mesmaque eu não tinha idéia e cheguei a fazer coisas que eu não acreditava de ser capaz de fazer.

Espero os próximos mese com impaciência! No enquanto, desejo- para vocês a mesma aventura!

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